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  • O que importa não se mede com fita métrica

    Quando todos pensavam em fazer vestibular pra engenharia, direito ou medicina, eu queria fazer matemática ou história. Trabalhei cinco anos no mercado financeiro e quando todos diziam para aproveitar, resolvi jogar tudo para o alto e ir fazer um doutorado na França.

  • A história é um carro alegre que atropela indiferente todo aquele que a negue

    Em 5 de outubro de 1789 o povo francês cercou o Palácio de Versailles protestando pela escassez e o alto preço do pão(…)A Kodak foi criada em 1880 e desde então foi líder no setor fotográfico e a criadora da foto digital, mas se recusou a mudar o seu modelo de negócios,(…)

  • Economia "invisível" ganha corpo no Brasil

    A economia "invisível" parece que deixou de ser marginal e ganhou corpo e relevância. Ela já é responsável por gerar trabalho e renda de forma significativa e a tendência é que ela ganhe cada vez mais espaço. Está mais do que na hora de repensarmos nossa forma de gerenciar empresas, organizações e o Estado.

  • Abre-te, Sésamo! A inauguração do “universo paralelo da paz” no Oriente Médio

    Esse não é um texto sobre guerras nem sobre avanço da ciência, é sobre a resiliência humana diante do negativo e da destruição. 

  • A Internet das Coisas não está esperando por nada: não pisque o olho ou vai perder

    A Internet das Coisas só vai decolar se os consumidores puderem confiar nela." A frase foi retirada de um texto da Delloite, Penso que essa é uma ideia equivocada.

  • O futuro é muito melhor do que você pensa

    Se você não garante ao inventor que no futuro ele vai recuperar tudo o que ele investiu na invenção, ele para de inventar. Assim surgiram as chamadas leis de patentes. Tudo fez muito sentido nos 500 anos seguintes.

  • Vamos ter que desapegar do controle editorial

    O problema é sério, cabem muitas discussões para diagnosticá-lo assim como podem existir muitas ideias para contorná-lo. No entanto, acredito que uma coisa precisa ficar de fora dessa discussão: o controle editorial das redes sociais.

  • Quem somos?

    Os padrões e regras pré estabelecidas que determinavam como um homem ou uma mulher deviam se comportar estão se diluindo, desaparecendo, e muita gente acha que isto é uma fonte de nossas angústias. Talvez, mas tentar seguir estes padrões só fez aumentar nossa angústia, porque sabemos que somos muitos...

  • O desconhecido como espaço de esperança. Feliz mundo novo!

    Tem um mundo acabando, mas tem um outro começando. Basta termos olhos pra ver e estarmos atentos aos sinais deste futuro. Ele não está pronto, nem está escrito nas estrelas. O que ele vai ser depende de cada um de nós.
    Bora construí-lo?

  • Quem são os bobos?

    A sociedade do conhecimento em rede não vai acabar com a competição. Ela continuará existindo entre as empresas e entre os seres humanos, promovendo o desenvolvimento tanto da sociedade quanto de cada um de nós. 

  • A náusea e as flores

    O país anda triste e sem esperança. Nestas horas convém olhar para os artistas. Alguns deles têm o dom de ver antes o novo que está vindo. 

  • Em 2017, CRIE!

    O país começa 2017 com o desafio de superar uma grave crise e tudo o que não devíamos fazer é dar um passo adiante... Precisamos mudar de rumo e este novo caminho deve procurar colocar o Brasil na sociedade do conhecimento. 

  • Em busca da felicidade perdida

    Vivemos em busca da chave mágica que vai nos abrir as portas do paraíso e da felicidade, mas será que ela existe?

  • Vivemos em busca da chave mágica que vai nos abrir as portas do paraíso e da felicidade, mas será que ela existe?

    Vivemos em busca da chave mágica que vai nos abrir as portas do paraíso e da felicidade, mas será que ela existe?

  • Ninguém ensina nada a ninguém, mas ninguém aprende sozinho...

    A coisa que mais me emociona é quando reencontro um ex aluno que me diz o quanto nossos encontros ajudaram a transformar sua vida...

  • 10 anos que abalaram o mundo

    O mundo do século XX está ficando para trás. Um novo mundo JÁ É REALIDADE. Não estamos falando do futuro. Estamos falando do mundo de HOJE, em 2016. Estamos vivendo na era do conhecimento, numa sociedade digital, em rede.

  • E se abrir os dados não for politicamente correto?

    A cultura de dados abertos não é, apenas "politicamente correta", ela é mais eficiente e eficaz para a sociedade. Ela permite que os diferentes agentes econômicos e sociais tomem decisões de maior qualidade e com menor riscos.

  • Por que a quantidade de informação não para de crescer?

    Em todas as áreas do conhecimento a questão central é como se dá o processo de comunicação: biólogos querem saber como os genes e células se comunicam; cientistas sociais querem entender como as relações humanas influenciam e constroem nossas ideias e sentimentos...

  • Crise ou mudança de paradigma?

    Vivemos com uma permanente sensação de que estamos em crise. No trabalho, na vida pessoal, na família. Para Roberto Panzarani, professor e pesquisador italiano, esta sensação é real. Estamos vivendo um momento revolucionário, de quebra de paradigmas. 

  • Derrotar o medo pra fazer renascer a esperança

    Alguns fisicamente. Segundo a Receita Federal, o êxodo de brasileiros aumentou 67% no último ano (veja a notícia). Mas a maioria de nós está abandonando o país de outra forma. Estamos sem esperança. E com medo. 

  • Dengue: vacina importada é mais um exemplo do fracasso de nossa política de C&T

    A política de ciência e tecnologia que predomina em nosso país, há muitos anos, prefere pulverizar o investimento em milhares de projetos de interesse dos pesquisadores em detrimento de projetos de claro interesse da sociedade.

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